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25 agosto 2009

Mais um concurso fajuto de Itapeva-SP

Este texto fora extraído de um blog, onde o proprietário é de São Paulo, mestre em arquitetura (Ricardo Rossini) e, critica o tão falado concurso de arquitetura para construção de um teatro em Itapeva-SP, pela mídia chapa branca deste município, se esse concurso inocente é "mandraque" imaginem os outros... ( dessa vez a crítica não partiu deste escriba aqui):

"Olá pessoal!

Tem passado o tempo e eu não atualizo o blog não é...coisa feia!

Passou o Ópera Prima, com projetos muito bem feitos por alunos de arquitetura de todo o Brasil e eu não comentei nada. O prêmio também mostrou que a hegemonia das faculdades públicas não é mais a mesma, já que muitas universidades particulares estiveram entre os premiados.

Falei que iria comentar do concurso do MIS, vencido pelo DS+R, mas não falei. Comentei também que iria falar do projeto do Museu da Unicamp, e mais uma vez não falei.

Droga!! Queria voltar a ter tempo de postar bastante coisa por aqui, mas é que estou fazendo a casa que comentei com vocês e está complicado me concentrar e postar algo.

Hoje vou comentar rapidamente sobre o Concurso para o novo Teatro Municipal de Itapeva.

Ok, sei que não é Paris, nem Barcelona, mas é um concurso nacio....ops...não é nacional...O concurso é restrito ao Estado de São Paulo.

Querem outras notícias? Vamos lá...

O Concurso não é só para arquitetos, mas engenheiros podem participar também...Imagina só a criatividade dos projetos? Sensacional...

Nada contra os engenheiros, mesmo porque em equipes multidisciplinares a presença deles é importantíssima para alguns assuntos, mas levar a cabo sozinho um projeto de um Teatro, não acho que o resultado final seria tão satisfatório quanto o de um arquiteto.

Mas vocês devem estar pensando que apesar de tudo isso, o prêmio é significativo...Certo?

Não...não...Pensaram errado. O prêmio é de 8 mil reais. Da vontade de rir!

Não sei qual é o problema do Município de Itapeva, mas esse concurso já nasceu todo errado.

Porque não um concurso nacional? (acabei de ler no site “concursos de projeto” que o concurso é aberto a todo Brasil, desde que o ganhador, no final, seja filiado ao CREA-SP).

Porque no edital não existe nenhuma informação sobre o preço que será pago para a elaboração do projeto executivo?

Um concurso para o projeto de um Teatro deve mesmo ser aberto a Engenheiros? (novamente, uma das pessoas que penso eu ser responsável pelo edital, diz que o concurso é aberto a todos, inclusive técnico em edificações, pois eles não estão tratando ninguém com diferença. Segundo suas próprias palavras: “...E se o fizerem com projetos de qualidade que venham a ser selecionado, qual o problema?(de ganharem óbvio)...”

Triste!

Olha, realmente é complicado, pois a gente critica tanto nosso IAB, que quando paro e penso em um concurso desses, que não foi organizado pelo órgão que representa nossa classe, vejo que se é ruim com ele, é muito pior sem ele.

I ai, alguém se habilita a tentar o tal concurso?

Sem querer falar, mas se alguém for querer apresentar algumas perspectivas eletrônicas, com boas plotagens, painéis e mais o custo do envio, os 8 mil reais não dá nem para pagar isso. Esses 8 mil é somente 0.16% do valor total do projeto.

Que valorização da nossa profissão!!

Uma pena!

Tem algumas coisas que poderiam ser melhores, mas não adianta! Tem pessoas que não se esforçam em nada para essa melhora!

Quem sabe o projeto vencedor seja realmente bom...não torço contra, mas que tudo caminha para um final triste, isso é fato.

Saudações."

08 maio 2009

Educação e Desenvolvimento Econômico

Tenho enorme respeito e admiração aos profissionais técnicos deste país, sei que as vezes fazem mais do que um profissional graduado, mestrado e doutorado, e também da necessidade que toda as nações tem, destes, para construção de um país. Também sei que se deve investir e ter qualidade na educação em todos os setores, da pré-escola, fundamental, médio, técnico e supeiror, mas temos que ter um foco, o que queremos como resultado do investimento na educação: Alfabetizados úteis, trabalhadores especializados, ou desenvolvimento do Brasil?
Pensar em desenvolvimento do Brasil, numa matriz de mão-de-obra baseados somente em técnicos, como é pregado e pela GLOBO e o PSDB, é um absurdo! A GLOBO, faz propagandas matérias afirmando que só assim se consegue empregos, carteira assinadas e etc, O PSDB, em São Paulo só investe na abertura de novas vagas de ensino técnico, e esquecendo do terceiro grau - fundamental então nem se fala, é de péssima qualidade, vejam o resultado do SARESP, a avaliação do próprio Governo . Incentivando e direcionando a maioria da população a irem para este lado, sendo que deveria ser ao contrário, o correto era incentivar e dar garantias (de estudo e de emprego) para todos na formação de novos Engenheiros, Cientistas em Geral, Médicos, Farmacêuticos e afins.
Todos os países desenvolvidos e em desenvolvimento, tem a matriz baseado em graduados, pois aplicam enormes quantias de recursos em Pesquisa e Desenvolvimento para sempre estarem crescendo, e na ponta de novas descobertas. Parece-me, que no Brasil, a filosofia da direita ainda é, somente ter mão-de-obra especializada focada em trabalho e produção, que é mais útil para eles, e não querem ter uma nação desenvolvida, que tenha liberdade de pesquisar e descobrir novas fronteiras e possuir profissionais melhores e mais qualificados, para que melhorasse a qualidade de vida de todos nós brasileiros.

02 dezembro 2008

SARESP




Aqui no estado de São Paulo é realizada, anualmente, uma avaliação para analisar o desenvolvimento da educação no estado. Até aqui tudo muito bom. Pois, é dever dos governantes, acompanhar como é aplicado o dinheiro investido e se tem resultados, afinal de contas, é o dinheiro público em jogo. O que me deixa indignado, é a forma, o "modos operandi" da tal avaliação.


Vejamos, os alunos da segunda, quarta, sexta e oitava séries, mais os do terceiro ano do ensino médio, fazem uma prova de português e outra de matemática. Se vão bem, ponto para escola, se forem mal ... meu Deus ..., aí é chamada de atenção e trabalho redobrado aos Diretores e Professores, é chamada geral, de cima para baixo. Governador, Secretário Estadual da Educação, Prefeito, Secretaria Municipal, Diretores e Professores e depois os alunos.



Então, qual é a praxe? A medida geral dos municípios, é fazer uma revisão das matérias, aplicar simulados, ensinar os alunos a preencherem os gabaritos, e etc. Tamanho é o medo, de um vexame público. Daí eu pergunto: Vale a pena? Pois o resultado é mascarado, a educação estadual se resume em ir bem no SARESP; E a pressão e responsabilidade jogada, em cima dos alunos ( entre oito e doze anos).



O SARESP, em dois dias, com tanta pressão e responabildade em jogo, irá provar alguma coisa ou será, usando um jargão do futebol, igual a um penalti: "NÃO PROVA NADA!". Porque, o penalti, bem cobrado não quer dizer que o jogador é um craque, e um desperdissado não vai mostrar que é um "perna-de-pau". Um aluno pode ficar nervoso, e ir mal na prova, ou na sorte "chutar" uma boa quantidade de alternativas corretas, e afetar todo um ano de trabalho, sem realmente conseguir, com absoluta certeza, afirmar se uma escola é boa ou ruim, com o SARESP.


Coisas de um modelo de governo, que vem desde, o provão no terceiro grau, do ínicio dos anos 90, que não resolveu nada, e agora do SARESP, do ensino médio e fundamental dos anos 2000, tentando justificar suas maravilhas administrativas do campo da educação!




25 fevereiro 2008

SURPRESA!


Me surpreendi, quando a PIG, notíciou semana passada as irregulariedades do Governo Serra-P$DB, sobre as concorrências para aquisições de extintores do Metrô, EM PLENO FANTÁSTICO, e no jornais da segunda passada.
Será crise de identidade da Globo, bobeira momentânea ou retomada de uma imprensa séria sem parcialidades.
Acredito muito, na segunda alternativa, que também já passou. Pena que durou pouco! Mas que eu não poderia deixar de comentar!

18 fevereiro 2008

Para líder do PT na Alesp, Cesp é estratégica para um projeto de desenvolvimento

“É um absurdo um governo abrir mão de um serviço estratégico como é a produção de energia. Nenhum país, nenhum governo mais inteligente e civilizado abre mão do controle da produção de energia e da produção de alimento. Aqui, além do Serra não ter nenhuma política de segurança alimentar, está abrindo mão do controle da energia”, declarou em entrevista ao HP, o líder do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo, deputado Simão Pedro, condenando a privatização da CESP.
“A conseqüência é o Estado jogar para a iniciativa privada o controle de um setor estratégico para um projeto de desenvolvimento para o Estado de São Paulo. É uma temeridade fazer isso. Outro problema é a precarização do serviço, da mão de obra, e as demissões”, disse Simão Pedro. leia mais aqui.


Comentei, sobre essa questão, da importância estratégica para o desenvolvimento aqui.

29 janeiro 2008

Um retorno ao passado, para entender o presente

Vou mostrar um texto do blog do josias, que mostra um fato de arrogância, que se instala em alguns políticos, quando sobe na cabeça a vitórias nas urnas para o cargos eletivos. E que fique bem claro ninguem vence sem o povo e sem grupo. Nenhum agente público, num sistema democrático, não é eleito por si mesmo, e arrogância e soberba são igredientes para uma derrota homérica. Pode ser em Itapeva, São Paulo ou no Brasil, no passado, presente e futuro!
O repórter aproveita a lassidão do domingo para convidar os seus 22 leitores a visitar uma página do passado. Embora amarelecida pelo tempo, diz muito sobre a política e os políticos.

São Paulo. 1985. Fernando Henrique Cardoso, ainda no PMDB, concorria à prefeitura de São Paulo. Seu principal contendor era Jânio Quadros, um político que muitos davam por morto.

À medida que a campanha avançava, Jânio esboçava sinais vitais. Embora confiante, FHC aderiu ao voto útil. Pedia aos eleitores de Eduardo Suplicy, à época sem chances de êxito, que trocassem o candidato petista por ele.

A certa altura, Regina Duarte foi convencida a levar a cara ao vídeo (assista lá no alto). Apelou à união dos eleitores, para impedir o retorno “das forças da corrupção e da ditadura.” Em meio a uma risível menção a Hitler a atriz ensinou: “Minha gente, votar no Suplicy agora é eleger o Jânio.”

Dias antes da eleição, certo da vitória, FHC deixara-se fotografar sentado na poltrona de prefeito. Sérgio Motta, coordenador de sua campanha, reservara, com imprudente antecedência, o salão do bufê paulistano Baiúca.

FHC não comemoraria apenas o triunfo municipal. Festejaria o alvorecer de um projeto ao governo de São Paulo. E, dali, à presidência da República. Dez dias antes do pleito, o candidato fora a uma festa do PMDB.

Espremido entre colegas de partido, intelectuais e artistas, FHC subiu no caixote: “Eu venci essa eleição.” Poucos deram atenção à observação solitária de um dos presentes. O velho Ulysses Guimarães conhecia Jânio Quadros. E o temia: “Está muito cedo para comemorar”, resmungara para uma multidão de ouvidos moucos.

No início da tarde de 15 de novembro, os temores de Ulysses soaram despropositados. As pesquisas de boca de urna davam FHC em confortável dianteira. Os risos e os decotes que se acercavam do candidato já o chamavam de "prefeito". A euforia durou até o início da abertura das urnas da Zona Leste de São Paulo.

Rodeado de computadores, Sérgio Motta espantava-se com os dados que o cristal líquido lhe cuspia na face. A Zona Leste, nas pesquisas um reduto de FHC, revelava-se um ninho de urnas janistas. Em timbre sobressaltado, Serjão deu-se por achado: “Acho que nos fodemos.”

À dúvida seguiu-se o desespero. Quando os convidados começaram a chegar para a festa do Baiúca, as urnas já haviam selado a derrota de FHC. O fracasso encontrou, a postos, 3 mil salgadinhos e 11 garçons, treinados para equilibrar, além dos acepipes, as travessas de um espaguete ao sugo que seria servido a 2 mil convidados. A comida exalava um cheiro de vexame.

No dia seguinte, ao digerir a derrota defronte dos repórteres, FHC culpou o petismo e Suplicy. “É uma pena que tenha sido necessário um desastre dessa natureza para que o PT entendesse que uma política de alianças é necessária.”

Ouvido, Lula rebateu: “Ele perdeu porque é prepotente, se aliou a um governador (Franco Montoro) incompetente e procurou a Fiesp antes dos sindicatos. Só quando estava com a corda no pescoço é que veio falar com o PT.”

Nos dias que se seguiram, FHC ruminaria, em privado, os efeitos de sua “prepotência”. Escanteara Orestes Quércia das decisões da campanha. Esnobara o apoio de dois partidos que haviam rastejado aos seus pés: PFL e PTB. Pediaram pouco. O PTB, uma vaga no Tribunal de Contas do Município. O PFL, a secretaria de Esportes na prefeitura de Mário Covas, cuja gestão atravessava o ocaso. Desprezadas, as duas legendas bandearam-se para o lado de Jânio Quadros, o morto-vivo. Muito vivo. Vivíssimo, segundo o diagnóstico das urnas.

A derrota ensinou a FHC que sinceridade e política não combinam. Num debate televisivo, Boris Casoy sapecara-lhe uma pergunta incômoda: “Acredita em Deus?” Hesitara na resposta. E Jânio atravessou o resto da campanha chamando-o de “ateu”. Pior: brandindo um exemplar da Playboy em que FHC admitira ter experimentado maconha –sem tragar, evidentemente— o rival chamava-o de “maconheiro”.

Dali a nove anos, às voltas com sua primeira disputa presidencial, FHC brincaria com Sérgio Motta: “Já sabemos como perder. Vamos ver agora se aprendemos a ganhar.” Ganhou. Dessa vez, sem hesitar nas negociações com aquele mesmo PFL que, em 85, enxergara como a encarnação do Tinhoso.

Em 2008, separado do fiasco por 22 anos, FHC leva o “aprendizado” ao limite do paroxismo. Embrulha num mesmo pacote as disputas municipal, estadual e presidencial. Condiciona o triunfo do amigo José Serra no ainda longínquo ano de 2010 à imediata submissão de Geraldo Alckmin. Roga ao “companheiro” de partido que fuja da cadeira de prefeito já na fase de pré-campanha. Quer que Alckmin ceda a vez a Gilberto Kassab, um legítimo ‘demo’.

Como se vê, são mesmo tortuosos os caminhos da política.

18 janeiro 2008

Olha o apagão paulista


"Por ocasião das privatizações das empresas Companhia de Geração de Energia Elétrica Tietê (atual AES TIETÊ) e da Companhia de Geração de Energia Elétrica Paranapanema (atual DUKE ENERGY), ficou estabelecido, nos respectivos editais, bem como nos contratos de concessão, a seguinte obrigação:“expandir a capacidade instalada do seu sistema de geração, em no mínimo 15% (quinze por cento), no período de oito anos, a partir da assinatura do contrato de concessão. A expansão deve ser realizada através da implantação de novos empreendimentos no Estado de São Paulo que aumentem a sua capacidade instalada própria ou da contratação de energia proveniente de novos empreendimentos construídos no Estado de São Paulo, por prazo superior a 5 (cinco) anos, por sua conta e risco e respeitadas as restrições regulamentares.”

Nesses últimos oito anos, nem a AES Tietê e nem a Duke Energy promoveram qualquer expansão da capacidade instalada do seu sistema de geração de energia elétrica, o que corresponderia a colocar mais 721 MW de energia no sistema interligado brasileiro. Tal atitude é um flagrante desrespeito ao cumprimento das obrigações contratuais assumidas."

E mesmo não cumprindo o contrato de concessão PSDBesta, nada foi feito para o distrato, fizeram de conta que não sabiam de nada...

Nada investiram, apesar da propaganda que privatizar é trazer investimentos novos, dinheiro novo....

E agora vai a CESP.....

Parabéns a todos.

Colaboração do Silvio Luiz

17 janeiro 2008

Quando é aliado do governo, Jornal Nacional denuncia. Quando é tucano, silencia



Em sua edição de ontem, o Jornal Nacional mostrou que a polícia de Pernambuco agrediu até a morte um jovem de 13 anos. Um crime bárbaro.
Semelhante a outro, em que um jovem de 15 anos foi violentamente morto pela polícia, em Bauru, São Paulo. Este ainda foi mais cruel, porque a família teve que aguardar na sala, enquanto o jovem era torturado e morto no quarto.
O assassinato de Pernambuco – governado por um aliado do presidente Lula – o JN mostrou.
O de São Paulo – governado pelo tucano José Serra, apoiado pela mídia – não. Quem vê o Brasil e o mundo pela tela do JN não ficou sabendo do que aconteceu.
O mesmo já acontecera com o caso da menina que ficou presa numa cela do Pará – governado pela petista Ana Júlia. Todo dia o caso estava no JN. O do jovem de Bauru – que ontem completou um mês – nada.
E ainda há quem diga que a mídia é isenta, que o problema é de incompetência.
Peralá, é uma incompetência muito seletiva, não?
E você, o que acha?
Em sua edição de ontem, o
Jornal Nacional mostrou que a polícia de Pernambuco agrediu até a morte um jovem de 13 anos. Um crime bárbaro.
Semelhante a outro, em que um
jovem de 15 anos foi violentamente morto pela polícia, em Bauru, São Paulo. Este ainda foi mais cruel, porque a família teve que aguardar na sala, enquanto o jovem era torturado e morto no quarto.
O assassinato de Pernambuco – governado por um aliado do presidente Lula – o JN mostrou.
O de São Paulo – governado pelo tucano José Serra, apoiado pela mídia – não. Quem vê o Brasil e o mundo pela tela do JN não ficou sabendo do que aconteceu.
O mesmo já acontecera com o caso da menina que ficou presa numa cela do Pará – governado pela petista Ana Júlia. Todo dia o caso estava no JN. O do jovem de Bauru – que ontem completou um mês – nada.
E ainda há quem diga que a mídia é isenta, que o problema é de incompetência.
Peralá, é uma incompetência muito seletiva, não?
E você, o que acha?

10 janeiro 2008

SERRA ENTREGUISTA

Remanescente das desestatizações que marcaram o setor elétrico paulista nos anos 90, a Cesp Paraná (Companhia Energética de São Paulo) é a bola da vez. O assunto veio à tona após tornar-se pública, ao final de setembro, a meta do Executivo paulista de proceder, sob a coordenação da Secretaria da Fazenda, a análise de ativos do patrimônio que restou em suas mãos – 18 empresas no total, incluindo a geradora em questão. “Sua pretensão é gastar cerca de R$ 20 milhões para avaliação e pensar a modalidade de privatização. Estamos questionando isso, achamos um desperdício de dinheiro público”, informa o deputado estadual Simão Pedro (PT).
No que concerne à Cesp, o Governo do Estado já anunciou a possibilidade de privatizá-la em 2008 – não obstante, a secretária de Saneamento e Energia, Dilma Seli Pena, procurada pela reportagem do JE, não quis se pronunciar sobre o assunto. “Ao abrir mão da geradora, desiste de importante instrumento de indução do desenvolvimento”, alerta o presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro. Além disso, a justificativa de que a escassez iminente indicaria momento oportuno para a venda revela, na sua concepção, visão pautada na especulação – uma vez que a decisão levaria em conta a arrecadação com o leilão, ignorando o caráter estratégico da energia.
A parte do Estado estaria avaliada em R$ 5 bilhões, de acordo com a imprensa. Ao retomar a idéia de privatizar a Cesp – abandonada em 2001, após o racionamento resultante da falta de investimentos no setor privatizado –, o Executivo ignora as conseqüências do modelo adotado. Segundo os dirigentes do SEESP que militam nessa área, entre elas estão a precarização dos serviços, com reflexo no aumento do número de acidentes de trabalho, demissão em massa de engenheiros e demais trabalhadores, piora no atendimento à população e aumentos extraordinários em suas contas de luz.
Não por acaso, 62% do eleitorado brasileiro é contra a venda do patrimônio público – como apontou o jornal O Estado de S. Paulo, em reportagem publicada em 11 de novembro último. O consultor José Gelázio da Rocha, engenheiro aposentado da Cesp, que atuou durante aproximadamente 35 anos junto à companhia, denunciou ainda outra face perversa das desestatizações no setor: o rompimento unilateral de acordo em que o Executivo se comprometia a pagar as complementações de aposentadoria, após as concessões. Os benefícios eram garantidos pela Fundação Cesp, que detinha 10% do capital da empresa, cujos dividendos seriam destinados para tanto. “Para poder privatizar, o Governo forçou-a a devolver as ações e as vendeu por R$ 9 bilhões.”
O corte nos pagamentos dos aposentados foi questão de tempo. “Hoje estamos recebendo em função de liminar”, lamenta o consultor. Analfabetismo Além do ônus aos trabalhadores e sociedade, lembram os dirigentes do SEESP, a necessária expansão do setor foi deixada de lado, assim como a manutenção preventiva. E o órgão regulador – a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) – não tem sido eficiente em fiscalizar o cumprimento dos contratos com as concessionárias. Ainda, empresas antes financeiramente saudáveis, como a própria geradora, tornaram-se altamente endividadas após as cisões resultantes do processo. Agora que foi saneada, é colocada à venda, indigna-se Gelázio.

08 janeiro 2008

Incapacidade Tucana de Administrar


Tomei ciência da vinda do coordenador regional do P$DB na região, entre discursos acalorados frisou a VENDA DA CESP GERADORA DE ENERGIA. Nada sobre vendas de estatais me surpreendia, vindo dos pe$$edebistas, mas esta me tocou e chegou ao rídiculo. Pelos motivos e argumentações do P$DB, vejamos a seguir:

1º - A CESP, é uma empresa que dá lucro, rentável e de enorme potêncial pois energia é o melhor negócio que se tem notícia.

2º - O Dinheiro será usado para recuperar todas as vicinais, este ano, do Estado.


Agora, se a empresa dá lucro, é rentável, é estratégica por que vendê-la? Só por um motivo o P$DB, não sabe administrar empresa, município, estado ou a união. Não é o estado que é ineficiênte é o P$DB o INCAPAZ.


O real motivo é eleitoreiro, recuperar as vicinais no ano de eleição é para os Tucanos eleger maior número de prefeitos. Eu me pergunto, por que vender um patrimônio público para recuperar as vicinais? E quando não tiver mais o que vender como que serão recuperadas as estradas no futuro? E os impostos cobrados pelo Estado para recuperar estradas, estão a onde não é o suficiente? E o discurso do Geraldo de ter dinheiro em caixa, esse dinheiro foi parar a onde?


Eu sei as respostas, mas o interessante é você leitor refletir e descobri-las sozinhos. O interessante é ver, até onde vai a cara-de-pau do SERRA, de falar em honestidade e boa administração, se não conseguem administrar o Estado de SP, e fazer práticas eleitoreiras e populistas em ano de eleição.



22 novembro 2007

Modo Tucano (P$DB) de (DES)Governar

Esbanjamento de dinheiro público:

na Veja desta semana uma matéria de Sergio Martins conta que o maestro Neschling ganha 100 mil por mês da OSESP--Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo--, orquestra sustentada pelo governo tucano do estado de SP José Serra e que tem FHC como presidente de honra. Eu reclamava achando que ele ganhava 60 mil por mês. Isso sim é um escândalo. O maestro 100 mil por mês e um governador do estado 14 mil. Os articulistas poderiam se debruçar sobre o modo da imprensa tratar dessas questões de dinheiro gasto (e mal gasto) em nome da cultura. Existe blindagem nessa área.

Isto que é mal emprego de dinheiro público, nada contra a cultura, mas e o social, estradas, saúde, educação, desenvolvimento econômico e segurança? Todos possuem funcionários que também merecem ganhar bem. Depois alega que o Governo Estadual não tem recursos para as áreas a cima citadas, desculpas e desculpas mais desculpas, para justificar cortes e privatizações.
Cadê a Transparência Brasil para os casos Tucanos?

03 novembro 2007

Índice de Concentração II

Mostrei no post anterior, o mapa do índice de Gini referente a 91, e hoje mostro a evolução dos dados até 2000. Quando feita a comparação vemos que: A situação já não era boa, a concentracão de renda era enorme em Itapeva, mas, as outras cidades onde havia o índice elevado eram esparsas no Estado, em 2000, sumiu praticamente o verde escuro no norte do Estado e "curiosamente" multiplicou-se no Sudoeste Paulista (0,73) Itapeva continuou alto (0,71) e os demais concentraram renda nas mãos de poucos. Isto é no período áureo do P$DB no Estado, e no Brasil, eles já não fazem nada e para nossa região menos ainda. No norte do Estado, já exestia indepêndencia econômica, várias índustrias, universidades públicas e conseguiram se virar, e nós? O pouco que tinhá-mos não foi suficiente.
Portanto, temos que fazer, algo para a situação não piorar, não deixar a UNESP sair, trazer mais cursos da UNESP, pedir ações do Estado e da Prefeitura pról desenvolvimento e etc. Se não o último que sair apague a luz.

01 novembro 2007

Índice de Concentração de Renda



O índice de Gini, é um avaliador confiável que mostra a concentração de renda, neste mapa está por município, e quanto mais chega perto de "1" maior a concentração e de "0" não ha concentração (no mapa o verde escuro é mais próximo de 1 e o verde claro de zero, então o melhor é o verde claro), no caso de Itapeva em 1991, chegou ao nivel "0,7" (verde escuro no mapa), isto é, que a renda municipal está absurdamente concentrada(70%) em mãos de poucos!!! Existe ou não duas realidades no estado de SP, na média do estado a concentração não passa "0,4".
Não é só crescer é preciso distribuir também, vou mostrar amanhã o de 2000.

15 outubro 2007

Em xeque as concessões Tucanas


Na mesa do governador tucano José Serra, repousa estudos de conceder 1.600 quilômetros de rodovias paulistas. O governador devia estar planejando levantar uma "bufunfa" gorda para gastar em seu governo como plataforma de campanha presidencial 2010. Bastaria seguir o modelo demo-tucano de leilões de concessões, colocando pedágios altos, conseguindo um alto ágio para encher os cofres.Agora deve estar inconsolável, porque não terá mais como fazer isso.O baixo pedágio das concessões federais tornou-se referência que nenhum governante pode mais fugir. Não dá mais para inventar desculpas, e jogar a conta dos altos pedágios nas costas do povo. O cidadão não vai aceitar. Aliás, no âmbito federal, o TCU (Tribunal de Contas da União) exigiu estudos da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestes), para revisar os preços para baixo das antigas concessões federais, pois devem estar com valores abusivos, muito acima da realidade de custos. Em 30 dias a ANTT deve entregar seu estudo.Concessão demo-tucana:Dutra (Rio-São Paulo)402 km = R$30,60 - 7,60 por 100kmConcessão do governo Lula: Régis Bittencourt (São Paulo-Curitiba) 401 km = R$8,16 - 2.01 por 100km Fernão Dias (São Paulo-Belo Horizonte)562 km = R$7,92 - 1,40 por 100kmA via Dutra (Rio-São Paulo), o melhor negócio do Brasil para as concessionárias, por ter o maior movimento, é mais curta do que a Fernão Dias (São Paulo - BH), e está com um pedágio muito mais alto, devido às concessões da época demo-tucana. O TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo), deveria fazer o mesmo nas concessões estaduais. Os paulistas estão pedindo por pedágios menos extorsivos.

11 outubro 2007

Irregulariedades da Nossa Caixa

A Folha de hoje publica três matérias revelando irregularidades cometidas pela Nossa Caixa, o banco estadual de São Paulo, sob o reinado dos tucanos. A matéria principal – “TCE ignorou 7 pareceres sobre Nossa Caixa” (só para assinantes) informa que o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo ignorou sete pareceres de técnicos da própria instituição e aprovou por unanimidade um contrato de R$ 671 milhões, sem licitação, firmado entre a Nossa Caixa e a Asbace -Associação de Bancos Estatais, investigada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.A decisão do TCE, a quem cabe fiscalizar atos do Executivo e de empresas públicas, serviu de esteira para que outros quatro contratos da estatal com a Asbace fossem celebrados na seqüência, todos sem licitação.Sem infra-estrutura para a execução dos serviços, a associação subcontratou empresas, em acordos que não são submetidos ao tribunal de contas.A Asbace está sob suspeição desde junho, quando a polícia e a Promotoria do Distrito Federal deflagraram a Operação Aquarela, que prendeu o ex-presidente da associação e do BRB (banco estatal de Brasília) Tarcísio Moura e o ex-secretário-geral e principal homem da entidade, Juarez Cançado.Foi apontado um rombo de R$ 50 milhões dos cofres do BRB. Para a polícia, há "fortes indícios" de que o desvio se repetiu na Nossa Caixa.Uma segunda matéria – “98% do valor de contratos é da gestão Alckmin” (só para assinantes) – mostra que dos R$ 752 milhões acordados entre a Nossa Caixa e a Asbace em onze contratos, de 1998 a 2006, 98,3%, ou seja, R$ 739,7 milhões foram fechados na última gestão do ex-governador tucano Geraldo Alckmin (2003-2006). Já o ex-governador tucano, Geraldo Alckmin, afirma na matéria “Alckmin afirma que "não há irregularidade" (só para assinantes), que "não há nenhuma irregularidade" nos contratos da Nossa Caixa. "Converse com Eduardo Guardia [ex-secretário da Fazenda]. Ele me disse que o caso de Brasília [Operação Aquarela] não tem nada a ver com São Paulo", disse Alckmin.As denúncias são graves e exigem uma fiscalização da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo e do Ministério Público sobre o Tribunal de Contas do Estado.
A Folha, como de costume, embora tenha dado a notícia, não faz nenhum questionamento aos tucanos.
Imaginem se fosse num governo do PT.

02 outubro 2007

Serra Exterminador do Futuro 1


Choque de indegegestão” no ensino: Alunos do 3º ano têm nota de 8ª série "Quase a metade dos estudantes do Estado de São Paulo termina o ensino médio (antigo colegial) com conhecimentos em escrita e leitura esperados para um aluno de oitava série. Dados inéditos extraídos do último Saeb -exame federal de avaliação de aprendizagem-, realizado em 2005, revelam que 43,1% dos alunos do terceiro ano tiveram notas inferiores a 250, patamar fixado como o mínimo para a oitava série pela secretária de Estado da Educação de São Paulo, Maria Helena Guimarães de Castro.Ou seja, eles não conseguem, por exemplo, compreender o efeito de humor provocado por ambigüidade de palavras ou reconhecer diferentes opiniões em um mesmo texto.Outros 15,2% dos alunos tiveram desempenho ainda pior, similar ao desejado para crianças da quarta série do ensino fundamental (antigo primário).O quadro seria ainda mais dramático se os alunos da rede privada fossem retirados da conta, uma vez que a média dos estudantes das escolas públicas estaduais é 21,2% inferior à dos alunos das particulares.Talita Lima de Araújo, 18, que estudou em uma escola estadual na Pompéia (zona oeste de SP), reclama da precariedade do ensino público. "Quando você termina o ensino médio, só percebe um vazio. Não temos chance no vestibular."Folha de São PauloPs. Isso é que é choque de gestão tucano. PSDB administra São Paulo há mais de 14 anos, mesmo assim a educação leva nota ZERO.colaboração enviada por Gilvan Freitas

17 setembro 2007

P$DB o Exterminador do Futuro

FOI EM SP, PRINCIPALMETE COM ALKMIM E NO RIO GRANDE DO SUL TAMBÉM É ASSIM..."
Choque" tucano provoca crise administrativa em Alagoas Publicidade THIAGO REIS da Agência Folha FÁBIO GUIBU da Agência Folha, em Maceió.
O modelo de administração adotado pelo governador Teotonio Vilela Filho(PSDB) em Alagoas, inspirado no "choque de gestão" aplicado em Minas Gerais pelo também tucano Aécio Neves, foi o grande responsável pela crise no Estado nordestino. É o que afirmam a OAB (Ordem dos Advogados doBrasil) e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) alagoanas. Nos cerca de nove meses de governo, Teotonio enfrentou 183 dias de grevede diversas categorias (algumas ao mesmo tempo), o que equivale a 71% do tempo em que esteve no cargo. Não houve um mês sem greve."O governador de Alagoas criou uma bomba orientado pelo pessoal de Minas Gerais. Usou uma receita mineira dada por técnicos e conselheirospolíticos que vieram para cá", afirma Izac Jacson, presidente da CUT-AL.Ele diz que o decreto baixado em janeiro por Teotonio, que suspendeu osreajustes salariais dados em abril de 2006 a todos os servidores, gerouuma "quebra de confiança"."Havia um acordo. Durante o processo eleitoral, ele assumiu o compromissode não mexer nos salários. Ocorreu uma traição. Ele elencou a folha depessoal como principal guarda-chuva para fazer caixa", disse.Policiais militares, médicos, funcionários públicos da Saúde, policiais civis, professores e servidores da Educação já fizeram greve neste ano. As quatro últimas categorias estão paradas no momento. De acordo com Jacson, outros servidores também podem parar: "Os agentespenitenciários podem parar no dia 20. Tem fugido preso todas as semanas, eo governo quer que eles se responsabilizem pela parte externa dospresídios. Eles são agentes socializadores, não de segurança."EstopimO decreto, publicado em 15 de janeiro no "Diário Oficial", foi o estopimpara uma paralisação geral, que teve início no dia 16. Uma semana depois,o governador revogou o decreto, mas a crise permaneceu. Para o presidente da OAB-AL, Omar Mello, a importação do modelo mineiroexplica o quadro atual: "Veio gente do PSDB de lá trazendo essa obra-primade gestão. O que existe em Minas é um trabalho bem elaborado de marketing.Há, na verdade, um sufocamento do servidor público. Ele é tratado a pão e água. Não dá para imaginar como um Estado pode crescer mantendo um serviço público em baixa, desestimulado". A expressão "choque de gestão" foi utilizada à exaustão por Geraldo Alckmin (PSDB) na campanha presidencial do ano passado. O programatrabalha com estabelecimento de metas e contrapartidas e se funda noenxugamento da administração, no aumento da capacidade de arrecadar e nogerenciamento de despesas.O governo de Alagoas firmou convênio com duas empresas de consultoria, a Macroplan e a INDG, usadas por Aécio, para elaborar o plano de gestão.Teotonio viajou a Minas para conhecer o programa. Com o "choque degestão", Aécio disse que conseguiu zerar seu déficit. Mas para Mello, daOAB-AL, Minas vive uma "farsa, um desenvolvimento de fachada".